
Garantir a continuidade do atendimento ao paciente depende de uma operação de SADT capaz de manter seus equipamentos disponíveis, confiáveis e preparados para diferentes demandas.
Na prática, porém, falhas inesperadas, manutenções não planejadas, registros dispersos e decisões tomadas sob pressão ainda fazem parte do dia a dia de muitas instituições de saúde. Quando um equipamento crítico fica indisponível, o impacto pode ir muito além da manutenção: exames são reagendados, a capacidade de atendimento é comprometida e o cuidado ao paciente pode ser afetado.
A gestão desses ativos também exige rastreabilidade, documentação e responsabilidades bem definidas. A Anvisa, por meio da RDC nº 509/2021, estabelece requisitos para o gerenciamento das tecnologias em saúde, reforçando a importância de uma gestão estruturada dos ativos e de seus processos de manutenção.
Mas cumprir requisitos regulatórios é apenas uma parte do desafio. O verdadeiro ganho está em transformar informações de manutenção e disponibilidade em uma operação mais previsível, capaz de identificar riscos antes que eles se convertam em interrupções.
Neste e-book, você vai entender os principais sinais de uma operação de SADT mais reativa do que deveria, os desafios envolvidos na gestão de ativos e infraestrutura e como estruturar uma rotina mais previsível, rastreável e preparada para os riscos que podem comprometer a continuidade do atendimento.
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