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Quench na Ressonância Magnética: riscos, impactos e como prevenir

O quench na Ressonância Magnética representa um dos eventos mais críticos na operação de equipamentos de diagnóstico por imagem. Embora não ocorra com frequência, quando acontece, gera impactos técnicos, financeiros e estruturais significativos.

Gestores hospitalares e equipes de engenharia clínica precisam compreender esse risco. Afinal, uma única ocorrência pode interromper exames, comprometer receitas e gerar custos elevados de manutenção.


O que é o
quench na Ressonância Magnética?

 

O quench na Ressonância Magnética ocorre quando o magneto supercondutor perde sua condição criogênica e libera rapidamente o hélio líquido responsável pelo resfriamento do sistema. Dessa forma, o equipamento perde o campo magnético necessário para operar.
 

Esse processo pode acontecer de maneira planejada, em situações específicas de emergência. No entanto, quando ocorre de forma inesperada, provoca paralisação imediata do equipamento. Como consequência, o hospital precisa interromper exames, reagendar pacientes e lidar com altos custos para reposição do hélio e reativação do sistema. 


Quais são os impactos operacionais e financeiros?

 

Um equipamento de Ressonância Magnética representa um dos ativos mais valiosos de uma instituição de saúde. Portanto, qualquer interrupção afeta diretamente a receita e a eficiência operacional. Entre os principais impactos do quench na Ressonância Magnética, estão:
 

  • Downtime prolongado do equipamento; 
  • Cancelamento de agendas e perda de faturamento; 
  • Custos elevados com reposição de hélio; 
  • Risco à infraestrutura da sala de exame; 
  • Pressão sobre a equipe técnica e assistencial.
     

Além disso, falhas no controle de temperatura, ventilação e infraestrutura elétrica podem aumentar a probabilidade de eventos críticos. Ou seja, a ausência de monitoramento contínuo amplia o risco operacional. 


Por que a prevenção deve ser prioridade estratégica?

 

Muitos hospitais ainda adotam uma postura reativa na gestão de ativos críticos. No entanto, equipamentos de alta complexidade exigem controle permanente de parâmetros ambientais e estruturais. O quench na Ressonância Magnética não impacta apenas o setor de imagem. Ele compromete indicadores estratégicos, como disponibilidade de ativos, previsibilidade financeira e experiência do paciente. 

 

Dessa forma, a prevenção precisa integrar a estratégia da instituição. Monitorar temperatura, umidade, energia e condições ambientais reduz vulnerabilidades e fortalece a continuidade operacional. 

 

Gestão moderna não reage a falhas, ela antecipa riscos.


Como a tecnologia pode reduzir o risco de quench?

 

A prevenção exige dados confiáveis e visibilidade em tempo real. Nesse cenário, soluções baseadas em IoT transformam a forma como hospitais gerenciam ambientes críticos. 

 

O Connect+, solução de monitoramento da Globalthings, permite acompanhar parâmetros críticos como: temperatura, chiller de entrada, chiller de saída e nível de hélio em tempo real. A equipe recebe alertas imediatos diante de qualquer variação fora do padrão. Dessa forma, o time pode agir antes que pequenas oscilações se tornem grandes problemas. Além disso, o Effort organiza o plano de manutenção preventiva, registra histórico técnico e gera indicadores estratégicos. Consequentemente, gestores tomam decisões baseadas em dados e reduzem riscos estruturais. 

 

Quando o hospital integra monitoramento contínuo e gestão inteligente de manutenção, ele fortalece a segurança operacional e protege ativos de alto valor.


Conclusão

Dessa forma, fica evidente que o quench na Ressonância Magnética exige atenção estratégica. Embora raro, esse evento gera alto impacto financeiro e operacional. Hospitais que investem em monitoramento em tempo real e manutenção estruturada aumentam a previsibilidade, reduzem downtime e garantem maior segurança para pacientes e equipes.

Portanto, prevenir não representa apenas uma ação técnica. Representa uma decisão de gestão. A tecnologia certa transforma dados em estratégia e estratégia em continuidade operacional.

 

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